Copenhagen – Conhecendo os principais pontos turísticos – Dia 2

 

Hoje o dia começou bem cedo. Fomos conhecer Copenhagen, seus meandros e curiosidades que qualquer turista se programa para conhecer.

Primeiro, compramos o ticket do Hop-on Hop-off para nos ajudar na programação, uma vez que seguindo o trajeto proposto ja conseguimos visitar muitas das atrações de Copenhagen.

Nossa primeira parada foi na NY – Carlsberg Glyptotek, que é um museu de arte localizado bem no centro da cidade de Copenhagen.

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O museu foi fundado a partir da coleção de Carl Jacobsen, filho de Jacob Christian Jacobsen, fundador da cerveja Carlsberg, reunindo uma das maiores coleções privadas de arte de seu tempo, e que hoje possui a maior coleção de arte antiga no norte da Europa, recebendo cerca de 350 mil visitantes por ano.

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A coleção do museu inclui antigüidades egípcias, gregas e romanas assim como esculturas românticas e pinturas impressionistas e pós-impressionistas.

Depois dessa parada, seguimos no Hop-on Hop-off e fomos direto a Vor Frelsers Kirke  Igreja do Salvador – Uma linda igreja barroca no distrito de Christianshavn, é uma das principais atrações turísticas da Dinamarca. Com a sua torre torcida, a igreja é um tesouro nacional, mas também uma igreja paroquial viva para cerca de 8000 pessoas. A igreja foi construída na década de 1680 e consagrada em 19 de abril de 1696. Demorou 14 anos para ser construída. A igreja é realmente linda, mas o que mais impressiona é a escadaria com mais de 400 degraus utlizada para se chegar ao topo da igreja e se encantar com a maravilhosa vista de toda Copenhagen. Mas não se engane se pensa que e fácil chegar no topo, não é, haja fôlego.

 

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Vor Frelsers Kirke  Igreja do Salvador

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Depois dessa parada deslumbrante, seguimos a pé para conhecer Christiania, o famoso bairro livre de Copenhagen. Confesso que fiquei bastante impressionada.

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Pesquisando um pouco mais da historia, descobri que Christiania é uma comunidade independente com aproximadamente 850 habitantes.
O distrito surgiu em 1969 quando pessoas “hippongas” começaram a ocupar uma área abandonada da cidade. Em 1971, a notícia já havia se espalhado e muitos estrangeiros foram morar no lugar; quando o governo se deu conta, já era tarde demais. O sistema político ali é anarquista e assembleias ocorrem com frequência. Engana-se quem acha que lá é uma terra sem lei; algumas pessoas reclamam justamente o contrário: é tanta regra lá dentro pra manter a boa convivência, que de sociedade livre não tem nada. A pequena cidade se mantém com contribuições mensais dos moradores (que trabalham normalmente) e rendimento dos negócios locais.

Saindo de Christiania fomos direto a Christianborg Slotplads, conhecer o Palácio de Christianborg, que hoje é a sede dos poderes executivo, legislativo e judiciário da Dinamarca e abriga os aposentos reais, utilizados pela família real em eventos oficiais. Inclusive, um dia antes de nossa chegada, havia tido uma festa enorme no palácio em comemoração ao 50 anos do Principe Herdeiro Frederico. No Palácio, visitamos varias setores, inclusive o De Kongelige Stalde _ The Royal Stables – onde pudemos ver as carruagens antigas utilizadas pelos monarcas ate a mais recente, utilizada pelo desfile do Principe Herdeiro Frederico e sua esposa Princesa Mary.

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Bibliotekshaven

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Saindo fizemos o Canal Tours, um passeio muito bonito e gostoso de se fazer no verão. Foi interessante ver a rotina dos moradores de Copenhagen, muitos deles preparando seus barcos, outros grupos curtindo o dia a beira do canal e muitos passeando as margens, aproveitando o dia de verão, com muito calor e gente bonita nas ruas. A bordo deste barco, fizemos um longo trajeto, que além do passeio pelos canais, o passeio nos proporcionou ver de outro ângulo a Ópera de Copenhagen, a pequena Sereia e muitos outros pontos turísticos de Copenhagen.

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Proxima parada, Palácio de Amalienborg, que é a residência oficial de inverno da família real dinamarquesa. O complexo é formado por quatro palácio de exteriores idênticos dispostos ao redor de uma praça octogonal, tendo no centro  um estátua equestre do Rei Frederico V, o fundador de Amalienborg.

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O complexo originalmente foi construído com o intuito de abrigar quatro famílias nobres. Entretanto, a família real comprou os quatro palácios e se mudou para o lugar após o incêndio do Palácio de Christiansborg em 26 de fevereiro de 1794. Com o passar dos anos os interiores e exteriores dos edifícios foram modificados enquanto diferentes gerações da família real dinamarquesa ocupavam a residência.

Seguindo pela praça, temos ao fundo a magnifica Marmorkirken, a  Igreja de Mármore, uma igreja belíssima, por dentro e por fora que vale a pena admirar.

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A Marmorkirken foi projetada pelo arquitecto Nicolai Eigtved em 1740 e foi destinada a comemorar os 300 anos da primeira coroação de um membro da Casa de Oldemburgo. A Igreja de Mármore possui o maior domo entre todas as igrejas da Escandinávia com 31 metros. Acredita-se que o domo foi inspirado pela Basílica de São Pedro em Roma.

A pedra fundamental foi lançada em 31 de outubro de 1749 pelo rei Frederico V, porém a construção foi paralisada devido a cortes de orçamento. Além disso, a morte de Eigtved em 1754 fez com que os planos originais da igreja fossem descartados, em 1770, por Johann Friedrich Struensee. As obras continuaram paralisadas, e apesar dos esforços para recomeçar a construção, a estrutura permaneceu em ruínas por quase 150 anos.

 E por fim, chamamos a Pequena Sereia, o maior e mais esperado ponto turístico de Copenhagen. Apesar de ser uma escultura pequena, esta disposta em um ponto muito bonito da baía, com um parque muito agradável de se percorrer e que vale muito a pena conhecer.

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Saindo de lá voltamos a pé até Nyhavn, onde almoçamos e curtimos um lindo anoitecer.

 

 

 

 

 

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